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Discussão sobre Criptopmoedas (Bitcoin e Altcoins). Um pouco sobre o que aprendi e como você pode conhecer mais sobre esse mundo novo.

Oi, /Brasil!
Antes de qualquer coisa gostaria de fazer um ‘disclaimer’ sobre esse post:
Não estou aqui para fazer aquele marketing “Olhe como em apenas 5 passos você pode ficar muito rico!!”. Eu sou extremamente novo nesse mercado de Criptomoedas e aprendi tanta coisa nova e legal e gostaria de compartilhar meu conhecimento, tirar duvidas e quem sabe trazer novas pessoas nesse novo mundo.
 
Nesses últimos tempos vários posts sobre Bitcoin e Altcoins estão aparecendo aqui no /Brasil e muita gente discute sobre o assunto. Alguns extremamente céticos, uns curiosos e outros que já conhecem um pouquinho do assunto. Eu tentei dar um help pro pessoal que fez perguntas nos outros posts e alguns se juntaram ao grupo que organizei sobre Criptomoedas no Discord.
 
Não quero trazer também o “invista até não poder mais”. Esse mercado de criptomoedas é extremamente volátil e você pode sim perder dinheiro com isso. Nunca invista o que não pode perder.
 

Quero iniciar comentando sobre algo que muitos céticos usam:

“Bitcoin é uma bolha, ela vai estourar e você vai perder tudo.”
 
O que não é uma bolha, certo?
Bolha do ‘dot com’ e bolha da Apple a bolha do Tesla. Existem vários outros exemplos que eu poderia dar, mas eu não vim aqui pra isso.
 
A ideia central de Criptomoedas é ser um sistema descentralizado de qualquer banco, empresa e governo, ser seguro, open-source, totalmente criptografado, que é apoiado pela matemática implementada. Toda a história da moeda deve ser aberta ao público e você pode ver toda e qualquer transação feita na rede. Essas transações precisam ser processadas por máquinas que confirmam que essa transação não é um double-spending ou alguém querendo criar moedas “out of thin air”. Se alguém quiser hackear o sistema ele vai precisar quebrar toda a Blockchain da moeda (explicação mais abaixo).
 
Blockchain (cadeia de blocos) é todo o registro de tudo que aconteceu com a criptomoeda. Cada novo bloco é ligado ao ultimo bloco existente. Nenhum dado subsequente pode ser alterado sem que todos os outros blocos sejam alterados. Fazendo assim a criptomoeda em questão super segura. Blockchain é estudada para aplicações de gerenciamento de identidade, registro médico, prova de documentos, etc.
 
Você pode fazer uma transferência pequena de alguns trocados até com centenas de milhares Reais para qualquer lugar do mundo. Imagine você aqui no Brasil tem um parente lá na Coréia do Sul. Você quer mandar R$3000,00 para o parente. Para isso você precisa ir até o seu banco, solicitar uma transferência de alto valor, pagar todas as taxas do banco, do seu governo, talvez até do governo do país que será enviado, esperar até a data estipulada para o dinheiro chegar ao seu parente (a partir do dia do envio+2). Faça a pesquisa, você pode pagar muito alto por isso.
 
Agora leve em consideração o Bitcoin. Mesmo com uma taxa alta nesses últimos tempos (da ultima vez eu paguei R$12,00), imagine você mandar esses mesmos R$3000,00. Só que a transação é feita em até 60 minutos. Você manda a ordem de transferência da sua carteira até a carteira do seu parente, essa transferência de Bitcoin é registrada, então processada pelos mineradores e depois de um tempo o Bitcoin é validado na carteira do seu parente. Depois disso ele pode já usar os Bitcoin no mesmo dia ou ir até um caixa eletrônico de Bitcoin e sacar em dinheiro ou até trocar por outras moedas ou por dinheiro em Exchanges.
 
Fora Bitcoin, nós temos centenas de outras criptomoedas. Várias são muito interessantes, como: Ethereum, Litecoin, Bitcoin Cash, Vertcoin. Outras são simplesmente enganações usadas para roubar dinheiro de quem investe nas criptomoedas. Infelizmente existem coisas ruins como essa em qualquer lugar do mundo. Sugiro também uma pesquisa sobre cada criptomoeda. Coinmarketcap é um site legal para você iniciar sua pesquisa nas moedas de maior valor, volume, tecnologia, etc.
 

Mineração

A mineração consiste em usar o recurso de processamento do seu computador para procurar e resolver blocos. Quando isso acontece uma recompensa é distribuída para todos os mineradores envolvidos na mineração. Você pode minerar sozinho (o que hoje é impossível para alguém normal) ou pode entrar em uma Mining Pool.
 
Recentemente comecei a minerar uma criptomoeda chamada Vertcoin. Não é necessário muito conhecimento em como funciona a mineração. Basta ter um computador com placa de vídeo legal (a partir de uma gtx 1060 é legal), baixar um programa chamado One-Click Miner (OCM), arranjar uma carteira da moeda (interessante a Electrum Vertcoin Wallet), apontar seu minerador para aquela carteira, selecionar uma Pool de mineração e clicar Start.
 
Na mineração de Vertcoin você usa o poder de processamento da sua GPU para procurar blocos na rede junto com vários outros mineradores. Quando um bloco é encontrado você é recompensado pelo tempo que você esta minerando. Quanto mais tempo estiver minerando, melhor. Mas até um limite claro.
 
Não vou dizer que vale a pena você minerar porque existem muitas variáveis para isso. Para mim esta valendo a pena. Com uma GTX 1080 consigo pagar o gasto extra de conta de luz e lucrar Vertcoins. Recomendo fazer o calculo e ver se vale a pena.
 
A ideia central que estou levando para minerar Vertcoin é que devido a sua história, seus desenvolvedores, resistência à ASIC (Application Specific Integrated Circuits) e sua transparência com a comunidade ela será adotada pelo mercado. Seu valor subiu de US$0,04 em Janeiro de 2017 para hoje no preço de US$5,4. Outra coisa legal é que o Vertcoin usa algoritmo criado por brasileiros, chamada Lyra2!
 
Se você, leitor, tiver interesse em minerar ou discutir mais sobre moedas e conhecer mais, eu vou sugerir entrar no Discord que criei exatamente para isso: https://discord.gg/aWfV2Q5. Somos um grupo pequeno, mas o pessoal lá é super amigável e me trouxeram muito conhecimento novo. Temos desde iniciantes até alguns veteranos no assunto. Temos uma Pool de mineração de Vertcoin (Veja aqui) também se alguém se interessar.
 

Conclusão

Esse mundo de Cryptocurrencies é muito novo, estranho, inovador e interessante. Aprendi muita coisa e nem estou a tanto tempo assim aprendendo. Tenho comprado, vendido, minerado e guardado várias moedas diferentes. Tenho lucrado uma grana interessante que não teria vindo caso continuasse igual meus amigos que dizem não ter dinheiro pra investir nisso, mas saem todo final de semana com amigos/namorada e gastam 50, 100, 200 reais. Deixasse de sair 1 fim de semana por mês e compra uma moeda “segura” como Litecoin ou Ethereum. Da um lucro legal em uns 10 anos caso for atento, trocar por Real quando necessário ou mudar pra outra moeda.
 
Tem muita coisa que ainda quero falar, mas não quero deixar esse texto mais extenso do que esta. Por isso, peço a você que está lendo para deixar seus comentários, a favor ou contra, que vou tentar responder, aprender coisas novas, tirar dúvidas, fazer perguntas também e ter discussões saudáveis.
submitted by TheCrazyTiger to brasil [link] [comments]

Credminer

... - O que é CredMiner? Um clube de cooperados que compra maquinas de mineração de Bitcoin e outras moedas no atacado direto do fabricante.
- Como funciona? 100% dos valores do investimento inicial (adesao) são destinados para comprar maquinas para formação de um pool compartilhado em diversas farms (China, Islandia e Paraguai).
- Quem administra o CredMiner? O Grupo MDX Caopital Miner administra as maquinas, você será um Socio Ostensivo em contrato por até 16 meses, após este periodo as maquinas serão 100% do grupo administrador e você ou renova ou deixa de ser um cooperado.
- Como eu faço para entrar na CredMiner? Você compra contratos com 1, 3, 10, 15, 25 ou 40 TH/S (HashPower). THS é "poder de mineração", quanto maior, mais você ganha.
- Quanto rende cada THS? 1 TH/s = U$ 75,00 Rende 60% de lucro real. 3 TH/s = U$ 225,00 Rende 80% de lucro real. 10 TH/s = U$ 750,00 Rende 100% de lucro real. 15 TH/s = U$ 1.125,00 Rende 150% de lucro real. 25 TH/s = U$ 1.875,00 Rende 200% de lucro real. 40 TH/s = U$ 3.000,00 Rende 220% de lucro real * Não vendemos "contas" ou “Kits de adesão” e sim fornecemos "HashPower" (TH/s) de forma compartilhada nas maquinas de mineração adquiridas pelo clube.
- Qual o Maximo de Lucros? Você pode ter de 70% a 220% de lucro REAL, baseado no investimento em sua compra de TH/s Inicial.
- De onde vem o Dinheiro? É com o resultado da MINERAÇÃO destas maquinas, que pagamos as comissões e bônus, e não com o dinheiro da entrada de novas pessoas (adesão).
- Isso é sustentavel? Sustentabilidade é NÃO depender de VENDAS OU CONSUMO de terceiros e muito menos depender da entradas de novas pessoas.
Se não vender de onde vem o dinheiro? Você não precisa vender ou indicar porque terá MAQUINAS TRABALHANDO 24 horas por dia, 7 dias por semana, 31 dias no mês, para você alcançar os lucros prometidos.
Venha ser um cooperado CredMiner! Investimentos a partir de R$240,00/ano
Faça seu Cadastro aqui: https://bo.credminer.com/registeabbade
WhatsApp para contato:Brasil: +55 (21) 98443-2073
NÃO PRECISA VENDER NADA.
CredMiner é como minerar o ouro, só que melhor!

VemProMeuMundo

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QuemÉinteligenteMuda

RealizeSeuSonho

submitted by igorabbade to u/igorabbade [link] [comments]

Sobre mineração e como afeta peças de PC no Brasil.

Só pra esclarecer um pouquinho. O preço das memorias RAM é devido a industria de celulares usando os mesmo chips e a demanda sendo grande por ambos os lados porém a industria de celulares é maior então é prioridade para as fabricas venderem para ela.
Preços das GPUs, no Brasil não está tão afetado assim pela mineração, já que por conta da energia não compensa tanto. Um exemplo é uma GTX 1070, em agosto (segundo o Zoom) você achava por 2200~, ela agora está 2400, porém se você procurar melhor consegue achar uma GTX 1070Ti por 2300-2400~. Placas como as RX 470, 480 e 1060 tinham um ROI (Return over investment) melhores, então eram e ainda são muito procuradas para mineração, mas vendo os últimos 6 meses novamente, a GTX 1060 aumentou em R$200, provavelmente caçando um pouco consegue achar abaixo de R$1400.
Bitcoin afetam pouco a mineração, já que a maioria de mineradores está usando GPUs para minerar Etherum ou alguma outro coin que esteja valendo mais (o whattomine.com mostra o quanto algumas GPUs fazem por dia em diversas moedas diferentes).
PS: Bitcoin é minerado em ASICs, maquinas projetadas para fazer a mineração, por isso GPUs não são afetadas pela mineração de bitcoin, existem altcoins que são resistentes a ASICs, fazendo a mineração ser decentralizada.
submitted by SpiritSTR to brasil [link] [comments]

Plano de Negócios EXL Capital 11.12.2017 (Revisão será em 01.06.2018)

A EXL capital surgiu no intuito de aproveitar um dado momento do mercado financeiro brasileiro. Especificamente uma análise minha (Erik Rodrigues) sobre uma possível (na época, 2016) valorização das ações da Petrobras. Nada mais foi que reunir amigos da empresa, explicar minhas ideias e juntos acompanharmos o desenvolvimento do mercado em opções. Alguns gostaram do modelo e levaram mais a sério e nos próximos meses continuamos desenvolvendo o projeto. De outro lado, tenho um projeto particular a 2 anos, uma rede de notícias e informações sobre política, economia e filosofia. Unimos as ideias e os projetos em um só e começamos a criar material intelectual próprio de analise econômicas e politicas afim de ajudar o grupo em seus investimentos no longo de 2016 e 2017 e assim, desenvolver riquezas. Moldamos estruturas de demonstrações dos resultados obtidos, gestão de risco com diversificação da alocação de capital e todo o conteúdo informativo desta ordem com divisão de tarefas. Ou seja, lapidamos o projeto com o intuito deste se tornar no futuro, um Clube de investimento / Consultoria financeira. Contudo, a grande dificuldade neste sentido é lidar com a grande burocracia envolvida e possuir os valores mínimos para operarmos em uma conta conjunta naquilo que gostariamos. O EXL Ether Project nasce de uma visão conjunta de Warren Buffet (pensamento de investimentos longos) e o pensamento de Nicholas Taleb. Ou seja, acreditamos que o mercado cripto possui grande valor e por este motivo, nosso objetivo é acumular o máximo de capital possível em projetos que envolvam a tecnologia de todas as maneiras viáveis, difundir conhecimento sobre a área e criar uma rede de informações e consultoria.
Mas afinal, qual é o atrativo neste Plano de negócios? http://www.mises.org.bArticle.aspx?id=311 N. do T.: Talvez o aspecto mais crucial de qualquer sistema econômico seja o seu sistema bancário. Entretanto, essa é uma área sobre a qual pouquíssimas pessoas entendem. Muitos, aliás, sequer conhecem seu funcionamento mais básico. Poderia tecer aqui, muitas considerações sobre o atual sistema monetário (ocidental, sobretudo), contar a longa caminhada que levou a moeda clássica de troca, em forma de commodities como ouro e prata, ao necessitar da credibilidade do intermediário: Estado, Reis, Bancos. A perder seu valor, sua estrutura, até se transformar no atual papel moeda que não possui valor intrínseco nenhum fora ser lastreado em divida. Para isto, e até para ficar mais ilustrativo, peço que o investidor assista este vídeo, os detalhes técnicos, eu mesmo conferi e aquilo representado no vídeo, é a pura realidade. https://www.youtube.com/watch?v=bltL7zRXhhs Após aprofundar meus estudos na tecnologia Blockchain, encontrei no Bitcoin e demais Altcoins, a solução tecnologia fundamental a todas as problemáticas presentes em nosso atual sistema econômico, creio com convicção que estamos diante de um momento único e que os próximos 10 anos irão mudar profundamente nossa noção do que é o dinheiro, inteligência artificial, internet das coisas e automação. https://www.youtube.com/watch?v=UL1RYIQ8WkM&t=1s Mas o que leva a EXL a pensar que o Bitcoin não é uma bolha e que seu valor, porquanto do mercado de criptomoedas está inflado? Da forma mais simples possível, por que o criptodinheiro trás de volta a estrutura de moeda básica como commoditie, a escassez e o valor agregado. A mineração, o processo em si, é o que torna o criptodinheiro algo com valor agregado, a criptografia, anonimato, scripts como o do Bitcoin que limita a oferta e a criação de mais criptodinheiro, lastreia seu valor. À medida que o mercado aumenta no sentido de abrangência de utilização (demanda e capitalização) e ele é minúsculo ainda em 2017, os preços correlacionam este valor com o valor do ativo já que existe valor agregado. Ou seja, quanto mais gente usando, maior o valor das criptomoedas, existe um processo de deflação na tecnologia blockchain que nunca antes foi visto, por isto a dificuldade dos banqueiros em aceitar que criptomoedas não estejam ligadas a dividas, corroídas por juros e emissão de mais papéis para fazer valer o papel atual que neste processo, por natureza, se desvaloriza ainda mais. Traduzindo, a EXL irá ao longo de pelo menos 5 anos, estruturar seus negócios em todas as pontas possíveis, gerando 24/7, criptomoedas, além de comprar a moeda em si nos melhores pontos gráficos possíveis, em 5 anos, com o próprio processo deflacionário, mais a possibilidade de um cisne negro (E arrisco ser uma guerra ou uma grande depressão econômica em virtude da divida americana ou chinesa) teremos uma poupança acumulada muito robusta.
Ações corretivas e preventivas 1) Diversificação de armazenamento das receitas. Através da diversificação das carteiras de acordo com o tipo de criptomoeda mais o acompanhamento continuo do CEO em relação a segurança das carteiras, valor de taxas e demais problemáticas que possam causar prejuízos ou transtornos a EXL, além do acompanhamento e auditoria continua do CFO, estaremos sempre preparados para eventualidades e mesmo em um caso de catástrofe como roubo, violação de segurança, perda de dados ou afins, teremos sempre o patrimônio bem dividido seja no sentido de backup, seja no sentido de segurança como um todo. Também estamos analisando a aquisição de hardware para armazenamento em uma carteira física. 2) Diversificação e transferência constante dos resultados de mineradoras e pools para carteiras. Através do acompanhamento constante do operacional sobre os resultados, além da diversificação dos valores investidos, gerenciamos o risco no sentido de não ficar dependentes de apenas uma empresa, uma moeda ou um projeto, com investimentos centralizados. Além de periodicamente resgatar os resultados do garimpo, o que nos assegura sobre a ocorrência de alguma catástrofe que envolva empresas parceiras. 3) Como atuaremos em diversas pontas (Mineração Site, Mineração em cloud, Mineração Física, Faucets, Aquisição de moedas e todas as demais maneiras possíveis para acumulo de capital), mitigamos a ocorrência da desvalorização dos equipamentos físicos em relação ao seu poder de mineração ou mesmo uma ocorrência de desastre em relação a mineradoras em cloud. Ou seja, através da diversificação das formas de faturamento, teremos certa redundância, o que fornece um nível maior de segurança em relação a formas de obtenção de rendimentos. 4) Através da aquisição das criptomoedas em pontos estratégicos, como forma de diversificação a mineração ou outras formas de arrecadar capital, também estaremos no longo prazo, nos expondo de forma mais eficiente, não dependendo apenas dos resultados a longo prazo de garimpo, em casos de valorização a curto prazo, a EXL também estará estrategicamente exposta a obtenção de lucros 5) Efetuamos cadastros e testes em diversas Exchanges. Selecionamos as mais confiáveis, que oferecem os melhores recursos e que são mais tradicionais. A partir daí, temos em primeiro lugar uma redundância, não estando dependentes de uma instituição financeira específica e podemos também diversificar o câmbio no sentido de aproveitar as melhores oportunidades de variação do mercado e obter melhores custos em taxas. 6) A auditoria será feita de forma independente. No sentido de que aqueles diretamente ligados à área operacional no negócio, estão constantemente sendo acompanhados por um terceiro que foi selecionado com base em sua expertise técnica, responsabilidade e nível de confiança em relação ao grupo, ou seja, o auditor é alguém de extrema confiança de todos os membros da equipe gestora do projeto. Aqueles que estejam a frente do operacional, do financeiro ou mesmo da gestão do negócio, são policiados afim de evitar ocorrências de imprudência ou imperícia. 7) Em relação ao backup de códigos, chaves, senhas ou mesmo de dados e informações confidenciais, iremos armazenar um backup constante destas informações em um local em nuvem, onde o CEO, CFO e Auditor terão acesso compartilhado as informações, em um caso de roubo de equipamento, problema técnico, ou ocorrência onde um dos dois não estiver disponível para efetuar uma determinada função que exija estas informações, teremos redundância. 8) O mesmo ocorre com a divisão das tarefas. Desenvolvemos o projeto com um escopo de operação que não centraliza funções. Com isto, além da segurança em relação a não centralização dos dados, podemos dimensionar melhor o tempo utilizado para exercer as tarefas que envolvem o projeto e utilizar a expertise de cada um da melhor maneira possível. 9) O gerenciamento financeiro e administrativo foi desenvolvido de maneira a nos fornecer uma visão em tempo real de todas as camadas do negócio, com isto, além de evitarmos erros, criarmos rotinas de acompanhamento e policiamento dos negócios - de uma forma extremamente criteriosa - as tarefas são descentralizadas, portanto, cada um possui funções e responsabilidades independentes. Todos os possuidores de tokens também podem acessar os dados, relatórios e também temos o auditor dedicado a efetuar o acompanhamento constante daquilo que é operacionalizado. 10) Com o intuito de constantemente melhorarmos as diretrizes do projeto, fica acertado que de cada 6 meses, haverá uma revisão de todo o modelo de negócios.
Forças* Pontos fortes As Forças são elementos internos à empresa, sob o controle da equipe envolvida e que trazem algum tipo de benefício ou vantagem para o negócio. Um ponto importante em relação as nossas ”Forças” é a disponibilidade de capital. Hoje já temos em posse da EXL um capital considerável em um projeto estável e bem fundamentado, à medida que o Ether Project for se consolidando, teremos a oportunidade de iniciar um empreendimento sem digamos: utilizar o “dinheiro do leite”. A maior parte dos investidores da EXL Capital e por consequência, deste projeto, são pessoas que nutrem um laço de verdadeira e extensa amizade. A maioria se conhece a mais de dez anos, anos estes em que pudemos analisar o caráter de cada um. O perfil de cada um. O que cada um tem de melhor e pior, a junção destas habilidades e competências, acrescida a credibilidade dos membros do grupo, nos deixa em posição de destaque em relação a outros projetos empreendedores. Isto por que temos a oportunidade de negócio, uma boa equipe gestora, investidores de confiança, um capital considerável já em posse e a expertise necessária para desenvolvermos as atividades. Concluindo, um ponto muito importante a ser destacado é a facilidade de operacionalizar o projeto. Definida a estrutura inicial e tendo o escopo detalhado das rotinas, a manutenção do negócio é extremamente simples. Com isto, a equipe gestora não terá que disponibilizar mais do que algumas horas diárias para desenvolver as atividades do projeto. Fora o fato de que com a divisão das tarefas, existe uma facilidade agregada à rotina de cada um, além da transparência aos investidores e redundância na guarda de informações de acesso como senhas e backups.
Oportunidades* Pontos fortes Oportunidades são eventos externos à empresa, aos quais os membros não tem controle direto, e que podem afetar positivamente no negócio. Acredito que o primeiro grande ponto de oportunidade de nosso negócio é o fato do sistema monetário atual ser uma grande fraude. (Exemplo: https://www.youtube.com/watch?v=1QKxG_L_mag) O atual sistema de reserva fracionária (Como é feito o dinheiro atualmente) é literalmente uma máquina de imprimir dinheiro sem valor, lastreado em dívida (Sobre o dólar e o padrão ouro: https://www.youtube.com/watch?v=f-61SlUCamo), sem valor intrínseco. Um bom exemplo são os trilhões de reais injetados na economia brasileira desde 2003. (Intermediário de troca, medida de valor, reserva de valor, instrumento de poder liberatório, padrão de pagamentos e instrumento de poder) em relação às "moedas Reais ", além de ser um grande esquema de pirâmide financeira para ser extremamente claro (Sobre o Real: https://www.youtube.com/watch?v=kdTd9wReDM0 / Sobre juros e dinheiro: https://www.youtube. com / watch? v = yZsNukdj_iY). Hoje há um sistema monetário muito mais efetivo e real, com valor intrínseco, descritivo, com alto nível de segurança e que é basicamente, o nosso ramo de negócios. Podemos apontar também, como um ponto fundamental de oportunidade em nosso negócio, a blockchain como um todo. A blockchain é uma tecnologia de banco de dados que é base de praticamente todas as criptomoedas. É com toda certeza a principal característica e diferencial do mercado Cripto. Inclusive, é justamente a validação de um registro na blockchain o que chamamos de mineração, o nosso nicho de mercado. Está tecnologia é revolucionária por que tira a necessidade de um poder centralizador em validar quaisquer tipos de informação. Existe uma gama enorme de possibilidades neste sentido, desde um cartório descentralizado, sem a necessidade de um governo para averiguar a veracidade de uma determinada informação ou documento, até mesmo o desenvolvimento de tecnologia de inteligência artificial, por exemplo, em um Smartcontract em rede Ethereum. Em 2017 o mercado Cripto, se aproveitando da blockchain, já iniciou uma gama enorme de negócios que no futuro, substituirão muitas das aplicações que usamos hoje. Muitos dos negócios e corporações que existem atualmente simplesmente serão esmagados pela blockchain, pelo simples fato de que ela é incorruptível, inviolável e lapidável a todo o tipo de ramo de negócios. E é justamente o fato da EXL Capital t iniciar suas operações ainda em 2017 (Setembro de 2017) que nos coloca na frente em relação ao atual desenvolvimento do mercado Cripto. Hoje, temos a oportunidade de iniciar nossas operações ainda, digamos, no início da revolução cripto. Ainda existem ativos extremamente “baratos” em relação ao seu valor “possível” diante de análises internas (CEO) e análises externas (Grandes investidores, Fundos Hedge, Analistas técnicos e demais pessoas e instituições de renome e credibilidade técnica como a escola austríaca de economia), além disto, poderemos navegar por um vasto campo de possibilidades em relação a investimentos em projetos do mundo Cripto que estão ainda no papel ou mesmo no início de suas atividades. Ainda como ponto crítico em relação à oportunidade de negócios, estamos de fato em um momento único na história do mundo. O ponto do ápice dos projetos sociais como: estado de bem estar social e capitalismo de estado. Não só no mundo, mas também no Brasil, sim, mesmo nos EUA é o que vem acontecendo. Isto fruto de muitos anos de má gestão, corrupção (de todos os lados) e ignorância popular. De um lado tivemos diversos governos que administraram muito mal as contas públicas, roubaram bilhões de reais dos cofres, inflaram os impostos, instalou-se um sistema de capitalismo de estado, uma espécie de socialismo disfarçado. Promovendo com isto, um rombo fiscal nunca antes visto. O capitalismo corporativo que se aproveita deste cenário enriquecendo grupos específicos, alimentou este processo ainda mais através de bancos e lobistas por exemplo. Do outro lado, a população ignorante a situação econômica do país, prefere demagogia a reformas, assistencialismo a mercado livre, xingamentos e linchamentos a raciocínio lógico e ideias. O estado para se manter, vive do populismo que alimenta a corrupção do estado. Resultado? Uma bolha na dívida pública que está prestes a estourar. Entre 2019 a 2025 o Brasil vai falir. (Mais dados e gráficos sobre o assunto: https://www.youtube.com/watch?v=Gtsj8ZpzkJ0) E não, o sistema político não vai resolver isto, simplesmente por que ele acha que isto é bom para ele. Em meio a estes anos, em algum momento, o Brasil não conseguirá mais honrar suas contas públicas já que elas irão superar as receitas completamente, absurdamente. Ou seja, vai faltar dinheiro para pagar serviços básicos como saúde, educação e saneamento. Assim como programas sociais, bolsas estudantis e funcionalismo público. Mesmo havendo cortes severos e abertura de mercado extrema, o que não vai acontecer, a situação é irreversível. Ou seja, matematicamente é impossível evitar o colapso das contas públicas Brasileiras. E pior, havendo um calote, é importante saber que grande parte dos credores de dívidas, são empresas nacionais e fundos de pensão, além de automaticamente isto gerar uma enorme desaceleração econômica (Inflação, Desemprego, paralisia de obras e investimentos), o que cria um efeito dominó, ou seja, quem sofre com isto é a própria população e não “o grande capital estrangeiro”, não que ele não vá sofrer, mas não há como ser indiferente a isto por que simplesmente afeta a vida de todos. Mas calma que está é uma análise otimista. São números contando que o mundo continuará neste mesmo ritmo econômico, China crescendo, EUA em quase pleno emprego e assim por diante. E claro, não é isto que vai acontecer. Hoje a dívida chinesa alcança inacreditáveis 235 % do PIB (A enorme dívida da China está num caminho "perigoso", ampliando o risco de uma grande desaceleração do crescimento econômico, alertou o Fundo Monetário Internacional) o que gera problemas estruturais como a bolha de crédito atual, as cidades fantasmas e a questão dos juros sobre a dívida, que vem aumentando, por exemplo. Isto sem citar os problemas geopolíticos. Um conflito de escala mundial envolvendo a China (e vamos falar disto) ou uma desaceleração de sua economia acentuada, pode comprometer seriamente os negócios brasileiros dado o fato que o Brasil já é, e se torna cada dia mais, dependente comercialmente da China (Economia chinesa: https://www.youtube.com/watch?v=Mkopr3gDweg). Agora sobre os EUA, temos algo ainda mais interessante acontecendo. Voltemos ao ano de 2008 quando aconteceu a maior crise econômica de nossa história, você saberia me explicar o que aconteceu? Não? Eu explico. O que aconteceu foi que os EUA durante o período dos anos 2000 reduziu sua taxa de juros para números baixíssimos com o intuito de estimular a economia, crédito elevado, por exemplo, para realizar o American Dream (https://www.youtube.com/watch?v=ZyLzFSmbDVk). E foi justamente no mercado imobiliário que o keynesianismo (teoria econômica do começo do século XX, baseada nas ideias do economista inglês John Maynard Keines, que defendia a ação do estado na economia com o objetivo de atingir o pleno emprego) foi testado ao máximo. Só para vocês terem uma ideia, era possível sem muita comprovação de renda ou documentação, conseguir crédito para comprar diversas casas muito bem em muitas parcelas. O Resultado? As pessoas compravam casas e depois alugavam estas casas para outras pessoas, que alugavam para outras. Tinha até cachorro como locador de várias casas. Tudo parcelado em suaves prestações em juros compostos, expostas as variantes do mercado. Os corretores? Felizes e esbanjando as fartas comissões, facilitando o crédito o máximo possível. E os bancos? Vendendo em um sistema de alavancagem global, seguros atrelados à dívida pública (como se diz em Wall Street: Muito bom). Afinal, quem vai deixar de pagar a hipoteca? Um belo dia os juros chegaram, as pessoas ficaram sem emprego, o que expôs todo o sistema fraudulento e a bolha imobiliária estourou, levando milhões a miséria. O que ocasionou o maior resgate estatal da história (Lembre-se, quem paga a conta são os contribuintes). Como falei, toda está brincadeira estava alavancada em nível mundial e com isto, a bolha levou a maior parte dos mercados do mundo, também ao colapso. Mas afinal, por que contei está história? Contei por que todos os dados referentes à economia americana atualmente, mostram um novo ciclo de retração da economia (Escola Austríaca de Economia sobre os ciclos e crises econômicas: https://www.youtube.com/watch?v=qAjXH96IBmk). A elevação da taxa de juros vista neste ano de 2017 é literalmente só a ponta do iceberg. Hoje a dívida americana superou os $ 20 trilhões de dólares (que equivalem a mais de 105% do PIB americano). Hoje eles possuem um déficit de $ 600 bilhões por ano. Isto sem citar Obamacare e os fundos estudantis falidos. Lembra lá de 2008? Então, o governo fez um mega resgate bancário com o dinheiro dos contribuintes (Imprimiu mais dinheiro através do processo de reservada fracionaria), injetando ainda mais dinheiro na economia, aumentou a dívida e estagnou os salários, ou seja, hoje a dívida além de ser muito maior que em 2008 ($ 13 trilhões de dólares), segurar um aumento dos juros com o intuito de controlar a inflação se tornou impossível. Se os salários não estão crescendo, como pagar a conta destes juros? Aliás, como bancar todo este déficit acumulado? A base para o caos é a mesma de 2008, só que muito pior e mais diversificada. Por fim, temos um catalisador importante de tudo isto. Um conflito em nível global. Sim, ele pode e provavelmente vai acontecer. Está sendo moldado há meses já e bem, isto basicamente pode catalisar e tornar exposto, todos estes pontos que apontei e de uma forma extremamente danosa a economia mundial. O colapso do sistema financeiro está para acontecer, mas fiquem calmos pessoal, temos Bitcoin e Ethereum.
Fraquezas * Pontos fracos As Fraquezas são também elementos internos à empresa, sob o controle, mas que trazem algum tipo de malefício ou desvantagem para o negócio. Analisando no sentido interno, o principal ponto que pode influenciar para que todo o modelo de negócio e toda a visão e planejamento em torno dele não funcione, não dê certo. Seria eu estar errado. Se todas as minhas analises em relação ao que é a tecnologia blockchain estiverem erradas, caso o Bitcoin seja realmente como diz o mainstream: Uma bolha. Ou mesmo se a mineração se provar um negócio ineficiente por quaisquer motivos. Provavelmente tudo que planejamos não dará certo, ficando evidente provavelmente já nos primeiros meses as falhas e prejuízos. Outro ponto importante de se destacar é a possibilidade de o modelo de negócios, nos moldes em que será apresentado, não cativar os investidores no sentido destes, não acharem viável e lucrativo investir no negócio. Caso isto se torne realidade, teremos grandes problemas em estruturar o projeto e torna-lo rentável. O que pode inclusive, inviabilizar sua execução ou trazer problemas de liquidez no futuro. Principalmente durante o período de 2017- 2019, onde estaremos iniciando nossas operações e estruturando o negócio, seja em relação à compra de equipamentos, poder de mineração e divisão de lucros; a estabilidade financeira será fundamental. Neste ponto, caso tenhamos no período, ocorrências de emergências com investidores da EXL Capital, poderemos ter primeiramente um problema de logística, com o alto fluxo de recursos saindo do caixa. Na sequência, de liquidez, no sentido de que teremos que arcar com taxas mais elevadas em um caso de saque emergencial (Em momentos de estresse no mercado) o que pode inclusive inviabilizar a consolidação do Ether Project já que todo estudo é baseado em uma determinada quantidade de investimento inicial escalonado. Isto por que os recursos hoje em posse da EXL Capital serão a base financeira para consolidação do Ether Project. À medida que ocorram saques de grandes proporções, não teremos mais estes recursos em nosso domínio em um momento critico. Conforme o escopo operacional, teremos uma divisão de funções e responsabilidades muito específica. Com isto, em partes estaremos também, ampliando a margem de erros, mais expostos aos riscos por assim dizer. Já que individualmente, cada um de nós pode cometer erros em suas funções, ou mesmo, agir de má fé em relação ao negócio. Ocorrências em que lançamentos forem efetuados indevidamente no Zero Paper (Nosso sistema de Gestão ERP) ou mesmo uma determinada ação que seja feita com imperícia, negligência ou má fé; pode causar danos financeiros e/ou estruturais ao negócio e estes são ampliados à medida que existem mais pessoas envolvidas no processo. Entende-se por imperícia a falta de habilidade ou experiência reputada necessária para a realização de certas atividades. Negligencia: falta de cuidado, de atenção; desleixo, e desinteresse na execução do ato. Assim como má fé: ação maldosa, conscientemente praticada, com o intuito de se beneficiar em prejuízo de outrem. Por fim, ainda avaliando o projeto em etapa de estruturação, uma ocorrência onde algum dos membros da equipe gestora (CEO, CFO e Equipe operacional), sobretudo; em que haja um acidente, um mal estar elevado ou mesmo o óbito, pode afetar o projeto de forma catastrófica. Seja por uma necessidade de resgate emergencial por parte dos investidores, que conforme apontado acima, neste ponto de estruturação se faz fundamental a estabilidade financeira; seja pela ausência em suas funções (membros da equipe gestora), por longos períodos em decorrência de problemas de saúde, o que pode comprometer o operacional do projeto.
Ameaças* Pontos fracos Ameaças são situações externas à empresa, aos quais não há controle direto, e que podem afetar negativamente no negócio. Agora analisando o cenário externo, na mesma linha de raciocínio aplicada na análise de nossas fraquezas, temos como principal ameaça o caso de todos os economistas, especialistas em investimentos, em tecnologia e acadêmicos que hoje são entusiastas do mundo cripto, estarem errados. Se por quaisquer motivos suas análises estiverem incorretas ou forem de má fé, muito provavelmente toda a base que fundamenta a superioridade destas tecnologias em relação às atuais estará comprometida, se provará sem sentido e, portanto, não obteremos sucesso em nossos negócios. (Análise pessimista: https://www.youtube.com/watch?v=jGFSPAoHkBc). Neste sentido, segundo análises de investidores mais pessimistas, o blockchain veio para ficar. Como tecnologia é algo impossível de deter no sentido de expansão da aplicabilidade da tecnologia e realmente é algo muito bom, contudo, já seu uso em criptomoedas, estes já não são tão confiantes. A base argumentativa é de que o Bitcoin, por exemplo, (Serve para as demais Altcoins) não possui valor agregado suficiente para determinar o seu preço atual, além de segundo estes, “acreditar que as criptomoedas vão substituir o sistema financeiro atual não passa de um sonho”. A vertiginosa subida dos valores não seria, portanto, embasada em fundamentos o que por sua vez, irá levar ao colapso de seus preços, assustando investidores e dando fim ao império do Bitcoin. Outro ponto externo que pode influenciar sensivelmente o projeto é a ocorrência de algum desastre envolvendo as mineradoras onde efetuamos algum tipo de investimento. Este desastre poderia ocorrer devido ao fechamento da mineradora, queda vertiginosa do nível de produção da cloudminer, a mineradora se provar um esquema de pirâmide e seu site sair do ar, ou mesmo um conflito em larga escala que pode influenciar nas farms da mineradora em questão, como pode ocorrer, por exemplo, com a EOBOT que possui grande parte de suas fazendas de mineração na China. Um cisne negro é um evento imprevisível, impactante e que pode abalar as bases de quase tudo sobre o mundo. A lógica neste sentido, vale tanto positivamente quanto negativamente em relação ao nosso projeto. Caso aconteça algum evento nos próximos anos de grande magnitude, poderemos ter uma grande desvalorização de nossos ativos, aumento da dificuldade de mineração (Por exemplo, em caso de um conflito de larga escala onde muitos países “fechariam” suas internets impactando na dificuldade de mineração) ou mesmo algum tipo de regulamentação que seja negativa aos negócios. Neste sentido, poderíamos ver tanto uma grande variação positiva, quanto negativa. Outra ocorrência que temos que já de pronto nos preparar é no sentido de segurança. Hackers poderiam “em tese”, roubar ativos da EXL Capital através de infecção dos equipamentos que possuem dados de acesso às contas, assim como Whallets com plataforma em nuvem podem ter problemas de segurança e haver um roubo ou vazamento de informações. O mesmo também pode se tornar realidade fisicamente, ou seja, é possível que um ladrão roube ativos de Whallets físicas, sequestre ou coaja um dos investidores a fim de angariar informações que possam levá-lo a obter formas de roubar ativos ou coisas do tipo. Também é necessária atenção especial em relação a Antivírus, backup de informações, descentralização de acessos a fim de ter redundância e segurança ampliada já que, além daquilo apontado acima, equipamentos podem apresentar problemas técnicos de outras ordens que poderiam causar perda de informações ou de ativos. Todavia, ainda temos que avaliar constantemente a viabilidade do negócio no sentido de custo benefício. Ou seja, simplesmente se o negócio é lucrativo. Já que gradativamente os equipamentos depreciam sua capacidade de produção em relação à dificuldade de mineração, sendo assim, com o passar do tempo à mineração tem dificuldade ampliada, causando desgaste no nível de lucratividade em relação ao investimento inicial. Adaptar o modelo em POW ou POS é fundamental. Caso por quaisquer motivos o nível de dificuldade aumente sensivelmente, teremos problemas de produção e por consequência, de lucratividade, o que pode inviabilizar a continuidade das minerações. Isto pode acontecer inclusive, em decorrência das grandes mineradoras que monopolizam o negócio e conseguem por uma questão de demanda e por comprarem hardwares no atacado, uma produção muito maior (Em relação a custo vs beneficio) que pequenos investidores em relação aos valores investidos. Ações a serem feitas para potencializar o negócio O principal fator para o sucesso de um negócio é o fator humano. Nesta linha de raciocínio, temos uma boa equipe no sentido de expertise (conforme apontado acima) e que está, nutri um laço de confiança fundamental para estruturação do negócio em relação à oportunidade de mercado apresentada. Aproveitar a boa equipe, ampliar o laço de confiança, amplificar os conhecimentos no negócio de forma específica, buscar estabilidade financeira em todos os sentidos possíveis e, sobretudo, desenvolver formas de ampliar a visão do investidor sobre o negócio, cativá-lo e muní-lo de informação; é nossa missão fundamental. Isto serve de base para todas as demais ações que viermos a efetuar. Operacionalmente iremos adaptar, corrigir e melhorar no passar dos meses, o nosso escopo operacional, deixando este o mais simples possível no sentido de execução. O mais rentável possível no sentido de escolher os melhores ativos a minerar ou comprar, através de análises e acompanhamentos, diversificar investimentos, adaptar e ampliar formas de captação de criptomoedas (Site, Faucets, Bônus e afins), efetuar a compra nos pontos estratégicos e acompanhar constantemente os níveis de produção, afim de sempre reduzir custos e aumentar produtividade. Aproveitando sempre também, a volatilidade do mercado. Em relação à questão financeira, o foco principal da EXL Capital nos próximos 24 meses é estruturar o negócio. Por este motivo, a estabilidade financeira será perseguida como meta fundamental. Evitar saques, escolher os melhores fornecedores com as melhores taxas possíveis, efetuar uma gestão administrativa responsável e proativa, capitalizar e investir em equipamentos para nos dar margem de produção, capital de giro e estruturação do capital próprio da empresa. Para tanto, o CEO e o CFO irão constantemente buscar ferramentas e procedimentos (juntamente com a área operacional e de auditoria), que estrategicamente nos auxilie em relação a está meta. Conforme já apontado, o nosso principal desafio na verdade, é em relação a nossas próprias convicções. O maior desafio e ponto de oportunidade da EXL Capital é na verdade a consolidação daquilo que acreditamos e analisamos, na realidade, nos próximos anos. Caso isto se configure como algo real, o negócio será bem sucedido se bem administrado. Provado que tais fundamentos não possuem base e que os pessimistas estão certos, teremos muitos problemas. Só o tempo nos dirá. Contudo, podemos nos preparar. E devemos, portanto, acompanhar constantemente a evolução do mercado, validar as informações sobre a tecnologia, acompanhar a capitalização, segurança de nossos ativos e informações de forma geral; potencial daquilo que é desenvolvido em Cripto, diversificar, criar rotinas de acompanhamento de risco, de gestão eficiente, de alocação de recursos e tomar as melhores decisões possíveis dentro daquilo que a realidade nos ofertar. Mesmo que a melhor decisão seja por ventura, encerrar as operações. Se aprendi algo em relação a investimentos é que a confiança das pessoas determina o preço das coisas e que não existe e nem nunca vai existir, nenhum bom investimento em que você tenha a certeza de que ele é bom antes dele se valorizar. No momento em que há esta certeza, já não há mais a oportunidade, já aconteceu. O que deixa um investidor na frente em relação ao mercado é como ele equilibra a sua ação ao efetuar um investimento, o seu instinto, o seu estômago de se expor ao risco, mas o quão conservador ele é também, em relação ao gerenciamento deste risco. Ou seja, é fundamentalmente necessário ser corajoso, mas ao mesmo tempo, ser responsável e racional. Sem estes elementos, não há como ter sucesso em um investimento. Muita gente quando falo hoje em criptomoedas, já vê em mim um faraó (Alguém que vai influenciar a pessoa a fazer parte de algum esquema de pirâmide financeira) ou então, enxergam em criptomoedas, uma nova bolha. Claro que a desinformação e pessimismo ajudam nesta visão, principalmente em um mundo onde as pessoas majoritariamente se aproveitam umas das outras. O tempo irá mudar e é fundamental escrever tudo isto, passar para o papel uma ideia, antes que a realidade exponha quem afinal tem razão. Por este motivo, muitas pessoas não enxergam alguns pontos fundamentais de oportunidade em relação a ter criptomoedas e gostaria de expor três pontos importantes, inclusive para desmistificar um pouco a visão sobre o mercado financeiro: 1) A moeda é realmente sua, propriedade sua. 2) A rede financeira das criptomoedas não é controlada por um governo ou empresa privada. 3) É possível armazenamento da moeda de forma independente e muito mais segura que no sistema financeiro fiduciário.É muito importante que as pessoas entendam. Legalmente, o seu dinheiro quando está no banco não é seu, é do banco. Isto pode parecer bobo, mas não é. O que me impede de ir ao banco e pegar o meu dinheiro? Basicamente, o banco pode em certas circunstâncias simplesmente não te dar este dinheiro por que a partir do momento em que você deposita um dinheiro no banco, o banco deve este dinheiro a você, mas a propriedade do dinheiro já não é mais sua. Nada garante que ele lhe devolva isto. É diferente do caso de você deixar seu carro em um estacionamento, ali você está só usando o espaço, mas o carro continua sob sua propriedade. Com relação a dinheiro, é como se você ao depositar uma quantia, troca-se a propriedade do seu carro para o estacionamento e o estacionamento dissesse que só vai te devolver o seu carro se eles quiserem; se o estacionamento (banco) decidir que por determinadas circunstâncias não irá devolver o seu dinheiro, você não pode fazer absolutamente nada. E isto ocorre de tempos em tempos, principalmente diante de situações de crises econômicas, hiperinflação ou falência de bancos. Legalmente o dinheiro é propriedade do banco, devida a você. E por que depositar o seu dinheiro em um banco então? Primeiro que existem leis que tentam a todo custo, levar o seu dinheiro pro banco, em certos lugares na Europa, por exemplo, é proibido comprar coisas em dinheiro vivo depois de uma certa quantia. Em segundo lugar temos a inflação que corrompe o valor do dinheiro constantemente, se você deixar o seu dinheiro fora do banco por um bom tempo, ele será corroído automaticamente pela inflação. O Bitcoin para exemplificar o argumento, basicamente é um arquivo de dados extremamente seguro e inviolável, ou seja, não dá para falsificar um Bitcoin. E basicamente, o Bitcoin é seu, você pode armazená-lo e transportá-lo onde quiser sem ter que entregar a custódia. Isto se torna fundamental, por exemplo, na Venezuela ou Zimbábue onde há hiperinflação, crise econômica e controle governamental sobre as finanças das pessoas, as criptomoedas se tornam um ativo fundamental, literalmente, em questão de sobrevivência. (A segurança do Bitcoin pela força computacional https://www.youtube.com/watch?v=_dYXmqlzqg4&feature=youtu.be ). Temos que depositar nosso dinheiro no banco pelas razões que apresentei e simplesmente por que existem poderes centralizadores que controlam o dinheiro e claro, a emissão do dinheiro fiduciário. À medida que existem interesses privados que determinam isto, nada os impede de se beneficiarem, quem perde? Quem tem dinheiro no banco basicamente (Por que o Bitcoin é revolucionário: https://www.youtube.com/watch?v=fKFrVbVIggs ). Desde fundos de pensão até aquele que recebeu ontem o seu salário. Isto por que a cada dia que passa, mais dinheiro é impresso pelos bancos para financiar os seus próprios interesses e pagar suas contas malucas, o que desvaloriza o dinheiro das pessoas comuns, uma espécie de imposto oculto chamado inflação. (Venezuelanos começam a pesar dinheiro em vez de contar notas. Fonte UOL). Quando você tem uma moeda que não é criada por um grupo específico e sim administrada em questão de tecnologia, por um grupo descentralizado que tem o interesse de proteger o valor dela, significa que mais dela não será criada (O Bitcoin, por exemplo, possui uma replicação matemática da escassez do ouro, ou seja, é matematicamente e sistematicamente impossível criar mais do que 21 milhões de BTC, este será o numero máximo de Bitcoins que irão existir em toda a história: https://www.youtube.com/ assistir? v = 2JO7kyjtQh0). Como a moeda digital fica em sua propriedade, independente de governos ou corporações, você pode proteger melhor suas moedas, elas não podem ser facilmente confiscadas seja por banco ou mesmo pelo governo. Claro, você poderia ser roubado e extorquido em tese, mas a facilidade de locomoção, de alocação e de proteger o seu patrimônio é muito maior do que o sistema atual. O que é necessário para aplicarmos nosso plano de negócios com excelência? Pés no chão. Disciplina, muito estudo e dedicação no intuito de validar e revalidar tudo o que foi apontado aqui. É necessário conhecermos cada dia mais está tecnologia, sermos especialistas em blockchain, acompanhar todos os desenrolares da economia, política e principalmente, das contas públicas. Claro que podemos estar totalmente errados, só que quem disser isto, terá que explicar como tudo que eu disse não vai acontecer. No futuro quem sabe, a EXL irá desenvolver seu próprio sistema na Bitnation, funcionando de forma descentralizada. Não só uma empresa que investe no futuro, uma empresa do futuro. Erik Rodrigues Rosa Ferreira
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/r/oBitcoin FAQ - Novatos por favor leiam

Bem vindo ao /oBitcoin FAQ fixada

O texto que se encontra aqui foi desenvolvido por Mtzrkov e outros em Github.com/btcbrdev/oBitcoin e está em domínio público para ser usado livremente por qualquer um.

O que é bitcoin?

Bitcoin (BTC ou XBT) é o primeiro e mais importante dinheiro eletrônico sem autoridade central, baseado numa tecnologia open-source inédita chamada Blockchain, que foi desenvolvida por Satoshi Nakamoto em janeiro de 2009. Essa tecnologia permite a criação de um "banco de dados" confiável P2P (ponto-a-ponto), o que abre caminho para muitos tipos de inovação, sendo uma delas o próprio bitcoin e outras como contratos descentralizados, por exemplo.
Nota: normalmente emprega-se "Bitcoin" em maiúsculo para se referir ao protocolo (baseado na tecnologia Blockchain) e em minúsculo "bitcoin" para se referir a uma unidade da moeda.
O Bitcoin, além de um bem digital, pode ser considerado também um sistema de pagamento, totalmente independente de qualquer sistema já existente, como cartões de crédito, Paypal, bancos e outros. Sua capacidade atual estimada é de 7 transações por segundo, mas essa capacidade pode ser aumentada com o passar do tempo se houver necessidade. Por ser puramente digital e distribuído, o Bitcoin funciona 24/7 e tem alcance mundial, além de ter locais especializados de troca pela moeda local (chamados exchange) nas principais cidades do mundo.
A segurança da rede do Bitcoin, ou seja, o que garante que não existirá um chamado "gasto duplo" do mesmo dinheiro, é o consenso da rede P2P feito pela validação das transações por parte dos mineradores. Para que um minerador consiga incluir um bloco válido na rede, ele precisa utilizar um grande poder computacional. O processo de mineração consiste na realização de cálculos matemáticos para a seleção de quais transações válidas serão incluídas no próximo novo bloco do Blockchain, excluindo aquelas que tiveram uma tentativa de "gasto duplo" naquele período. Cada nó da rede, além dos mineradores, também é capaz de verificar a validade das transações incluídas no bloco. É nesse processo também que aparecem os "bitcoins ainda não descobertos". A distribuição dos bitcoins é feita de forma previsível, tendo uma queda de recompensa pela metade de 4 em 4 anos. Serão encontrados no máximo 21 milhões de unidades da moeda.

Quanto vale um bitcoin?

O preço de mercado de um bitcoin é determinado através da lei da oferta e da procura, portanto estando sujeito a variações de preço por causa de acontecimentos políticos e econômicos (como desvalorização e inflação de moedas estatais, conflitos, maior demanda por Bitcoin etc).
Assim como nas moedas estatais, o preço do bitcoin varia e pode ser diferente dependendo do lugar em que for negociado.
Se você for comprar dólares no Brasil, você terá que procurar uma casa de câmbio que poderá ter a cotação de R$ 3,00 por dólar, por exemplo. Caso vá a outra casa de câmbio, você poderá notar que o preço poderá ser ligeiramente diferente, além das taxas também variarem. Com o Bitcoin não é diferente. Essa variação entre as exchanges (nome comumente usado para se refererir aos locais de compra e venda de bitcoin) são equilibradas pelo mercado através de operações de arbitragem (comprar num lugar mais barato e vender num mais caro).
Para se ter uma ideia do preço médio do bitcoin, você pode dar uma olhada em sites como os que seguem:
Para um gráfico do preço ao longo do tempo, acesse:

Volatilidade

Por ser uma moeda ainda muito recente (inventada em jan/2009) e ainda não muito utilizada, seu preço de mercado ainda é muito volátil. Isso faz do bitcoin um investimento de risco atualmente. O preço tende a ficar mais estável ao longo do tempo, quando o mercado puder definir com mais exatidão seu "preço real". As oscilações também tendem a diminuir conforme o seu market cap (quantidade de moedas x preço) aumentar. Hoje (2015) o market cap do bitcoin é de US$ 3 bi, o que pode ser considerado pouco se comparado ao valor de algumas empresas como a Dell (US$ 24 bi) ou ainda de outras commodities como o ouro (US$ 2.600 bi).
Para um gráfico da volatidade ao longo do tempo, acesse:

Como obter bitcoins?

O bitcoin é um bem digital e assim como outros bens, pode ser adquirido de diversas formas:

1. Negociação direta (P2P / pessoa a pessoa)

Uma das maneiras mais baratas de se negociar bitcoins, porque não tem taxas, é comprando diretamente de outras pessoas que já possuem a moeda. As duas partes chegam a um acordo de preço e a troca é feita. Geralmente quem tem menos reputação entrega o bitcoin ou a moeda local primeiro.
Por ser uma maneira relativamente arriscada, pois não há um mediador para casos de descumprimento de uma das partes, a reputação de alguém deve ser muito considerada. Exemplo: prefira negociar com alguém do seu círculo de amizades (rede de confiança), alguém que você confie muito como familiares e amigos, ou por uma indicação (amigo de amigo). Se a outra parte tem uma reputação duvidosa, prefira negociar aos poucos (divida os valores em várias partes menores e vá trocando aos poucos).
Algumas ferramentas auxiliam nesse processo de reputação e rede de confiança, sendo elas:

2. Negociação indireta (com intermediário)

Outra forma de se negociar bitcoins (e essa provavelmente é a maneira mais conveniente, embora não seja a mais barata) é utilizando um intermediário que viabilize a compra e venda de bitcoins entre pessoas interessadas. Esses intermediários são as "corretoras" ou "bolsas" de bitcoins (mais conhecidas por exchanges).
Essas corretoras fornecem um serviço de intermediação entre compradores e vendedores de bitcoin, cobrando uma taxa para tal. Por causa disso o bitcoin nas corretoras tem um preço final um pouco mais alto do que se fosse comprar de outras maneiras, mas devido ao altíssimo volume, uma operação pode ser realizada instantaneamente.
Além de usar exchanges, você também pode encontrar um intermediário na relação P2P, tornando-a mais segura. Exemplo: um amigo em comum, que pode levar uma comissão previamente combinada para intermediar as duas partes.
Você pode conferir uma lista de corretoras no ExchangeWar. Algumas das principais corretoras brasileiras são:

Onde gastar bitcoins?

Hoje é virtualmente possível gastar os bitcoins em qualquer lugar, usando algum intermediário para trocá-los imediatamente sob demanda por alguma moeda local, como numa exchange ou com serviços como Neteller, Xapo ou Gyft.
Alguns locais porém já aceitam a moeda digital diretamente, como é o caso da Microsoft, Dell e Overstock, além de inúmeras outras ao redor do mundo.
Confira uma lista com mais de 100 mil lugares que já aceitam diretamente o bitcoin em SpendBitcoins ou no CoinMap.
Segue algumas listas de locais que aceitam bitcoin no Brasil:

Como minerar bitcoins?

Para minerar bitcoins você precisa executar um software em um computador especializado (ASIC) que possa realizar uma grande quantidade de operações matemáticas demandada pelo sistema de consenso P2P do bitcoin.
Logo após a criação do Bitcoin em 2009, era possível e rentável minerar bitcoins utilizando o processamento de computadores pessoais (através de simples processadores e placas de vídeo), mas com o tempo essa atividade deixou de ser rentável e tornou-se praticamente impossível para tais máquinas. Isso aconteceu pois o interesse no Bitcoin aumentou muito, trazendo assim mais pessoas para a mineração e impulsionando uma corrida por maior quantidade de processamento. Com o avanço da tecnologia e o aumento do interesse por Bitcoin, mais poder de processamento foi adicionado à rede Bitcoin e isso resultou em um aumento da dificuldade para se encontrar novos Blocos.
Essa é uma característica do protocolo Bitcoin: quanto maior o poder de processamento da rede, maior a dificuldade para se minerar bitcoins - ou seja, maior a dificuldade para se descobrir novos Blocos. Um bloco é um arquivo que possui uma identificação (data, hora e informações genéricas) e um registro das transações (movimentação de bitcoins entre endereços) mais recentes. Resumidamente, os mineradores são uma forma de manter a rede Bitcoin segura e operante, algo que demanda muito poder de processamento (o que torna inviável o uso computadores de propósito geral para tal fim) e que, como retribuição por essa tarefa importante, gera uma recompensa em bitcoins pelo trabalho.
Todas as transações, ou seja, as movimentações em bitcoins realizadas entre endereços (carteiras), são anônimas pois se caracterizam como uma transferência de fundos de um endereço Bitcoin para outro, que, embora tenham relação indireta com pessoas reais, não possuem uma relação direta. Ou seja, não é possível dizer com absoluta certeza que determinada pessoa é detentora de um endereço a menos que ela diga isso em algum lugar - o que torna o Bitcoin algo pseudônimo, não anônimo (você é anônimo apenas se quiser e tiver conhecimentos para tal). Todas as transações da história da rede Bitcoin são públicas e podem ser conferidas em sites como o Blockchain Info.
Então...é impossível minerar hoje em dia num PC comum ou notebook? Sim, mas não é lucrativo. Para isso existem os ASICs (Circuitos Integrados de Aplicação Específica, em inglês Application Specific Integrated Circuits), hardwares específicos para mineração. Há uma lista na Bitcoin Wiki, em inglês, onde estão listados todos os ASICs disponíveis no mercado e também placas gráficas e processadores. É importante notar que embora seja possível minerar bitcoins, não é algo recomendado aos brasileiros, uma vez que o equipamento é caro, importado e possui taxas de importação - além da energia elétrica brasileira, que inviabiliza totalmente o processo.
Nota: Em processo de desenvolvimento: Guardando seus bitcoins e Ganhando bitcoins.

Unidades comuns do bitcoin

Unidade Abreviação Quantidade em bitcoin Uso Nome alternativo
Bitcoin BTC 1,00000000 Unidade básica, usada no client padrão. XBT
millibit mBTC 0,00100000 Padrão em diversos serviços. -
bit μBTC 0,00000100 Possível novo padrão a ser adotado. microbit
Satoshi - 0.00000001 Frequentemente usado para negociar altcoins, menor unidade possível. -

Comunidade brasileira

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Mineração de Bitcoin em Português Claro

Por David Perry
Meus leitores regulares provavelmente já devem estar cientes de que eu estou mais do que envolvido com o Bitcoin. Se você não sabe o que é Bitcoin – bem, primeiramente, você provavelmente está lendo o artigo errado, mas vá em frente e assista este vídeo (http://www.youtube.com/watch?v=Um63OQz3bjo) e você, provavelmente, se inteirará do assunto. Um dos pontos mais comumente confusos para os novos Bitcoiners é o conceito de mineração (http://www.weusecoins.com/en/mining-guide). A maioria dos novatos em Bitcoin não consegue ter uma boa compreensão do conceito e praticamente todo artigo sobre o assunto (incluindo este) vai preveni-lo que o assunto é altamente técnico e não é para os fracos de coração.
E ainda, o tópico sobre mineração parece ser a fonte da maioria das perguntas sempre que eu converso com alguém sobre Bitcoin – e por que seria diferente? Ele é o mecanismo pelo qual a moeda é emitida, e emissão é um tópico de importante compreensão se você for usar e confiar em uma moeda; e o mecanismo de emissão do Bitcoin é, infelizmente, bastante complexo e técnico. Este artigo irá tentar quase o impossível: uma minuciosa explicação sobre como funciona a mineração, mas sem qualquer um dos detalhes específicos que podem assustar os leigos na sala.
Agora eu vou tentar meu máximo para evitar termos técnicos, mas existem alguns conceitos e termos fundamentais que são absolutamente vitais de entender se você quiser quebrar a cabeça minerando. Eu vou reduzi-los ao mínimo e explicá-los da forma mais simples possível.
Então o conceito básico de mineração de Bitcoin é que há um pequeno pacote de cada bloco onde estão contidos dados aleatórios e sem sentido, e mineradores de Bitcoin pegam todos os dados do bloco atual, embaralham esse pacote aleatório e calculam o hash da coisa toda. Lembre que enquanto hashes são fáceis de reproduzir, eles são impossíveis de prever e parecem funcionar de forma randômica, então o minerador não tem uma forma de prever qual pacote de dados aleatórios vai produzir o hash “vencedor”, ele pode apenas permanecer convertendo aquele pacote até obter o resultado que ele está procurando. Eventualmente, alguns mineradores acham em algum lugar um pacote de dados aleatórios que produz um hash que é menor que um determinado valor, o qual é determinado pela dificuldade, e submetem esse bloco acompanhado de seu hash à rede Bitcoin. Uma vez que a rede confirme que a solução está correta, o minerador é recompensado com um número de Bitcoins.
O número de Bitcoins na recompensa depende de determinado número de fatores. Há uma recompensa base incluída em cada bloco para encorajar a atividade de mineração enquanto o Bitcoin ainda está nos estágios iniciais – atualmente a recompensa é de 50 bitcoins, mas de vez em quando a recompensa é cortada ao meio até eventualmente chegar a zero. Algumas transações cobram uma taxa de transação, que também vai para os mineradores. Futuramente essas taxas de transação serão a única recompensa pela mineração, mas a esperança é que nesse período haverá transações suficientes (e, portanto, taxas suficientes) para fazê-la valer a pena.
Bem no início, o número de mineradores e a qualidade de seus equipamentos era tão baixa que o que eu descrevi acima era tudo o que existia: um punhado de computadores domésticos fazendo um monte de cálculos matemáticos na máxima velocidade e a maioria deles conseguia alguns milhares de Bitcoins a cada dia. Hoje, entretanto, já existem tantos mineradores e seus equipamentos são tão mais rápidos que U$ 1000 em equipamento para mineração iria gastar entre dois a três meses trabalhando antes de conseguir resolver o primeiro bloco. Algo precisava ser feito.
Grupos de mineração surgiram para resolver este problema. O conceito é simples: Um punhado de mineradores trabalham juntos para resolver blocos e quando o grupo resolve um, eles dividem seus ganhos da forma que acharem mais justa. Existem, é claro, divergências entre os grupos sobre qual a melhor forma de dividir os lucros, mas esta discussão bastante técnica é para outro artigo.
Estes são os mecanismos básicos, mas existem algumas coisas importantes que podem não ter ficado óbvias à primeira vista
Se algo não está claro ou se você acha que há algo que valha a pena ser acrescentado, deixe-me saber nos comentários e eu farei meu melhor para deixar todos felizes!
Atualização: Este post tem ganhado muita atenção ultimamente e eu tenho sido inundado de comentários com variações da mesma pergunta: “Para qual propósito serve a mineração?”.
A resposta é dupla:
Distribuir moedas é uma tarefa fácil se você tem uma autoridade central – essa autoridade simplesmente imprime algum dinheiro e decide para quem dá-lo. Quando você não tem uma autoridade central e você não quer nenhum idiota imprimindo toneladas de moeda a vontade e destruindo seu suprimento de moedas com inflação, você tem alguns problemas complicados para resolver. Mineração resolve esse problema ao incluir um difícil problema de “proof-of-work” em cada protocolo do Bitcoin para o qual a recompensa é uma unidade de moeda.
Essa é a parte da explicação que fica longa e complicada – realmente longa e complicada. É a toca do coelho e mais um pouco, mas se você está disposto a descer por esse buraco do coelho, o melhor lugar para começar é provavelmente este post (http://www.mail-archive.com/[email protected]/msg09997.html) do criador do Bitcoin Satoshi Nakamoto. Para uma explicação mais generalizada, eu recomento o artigo da Wikipedia (http://en.wikipedia.org/wiki/Proof-of-work_system) sobre sistemas de “proof-of-work”. A versão curta da explicação: é um método para resolver transações conflitantes e prevenir gastos duplos. Texto de origem http://codinginmysleep.com/bitcoin-mining-in-plain-english/
Tradução por: Sarah Alexandre
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Bitcoin: uma moeda imune à inflação por B. PIROPO TECH TUDO

Na coluna anterior examinamos o engenhoso sistema de “cadeia de blocos” que garante a segurança do sistema Bitcoin, impedindo que a mesma moeda seja gasta duas vezes pela mesma pessoa em duas transações diferentes. Mas o sistema Bitcoin é tão engenhoso que apresenta alguns aspectos interessantíssimos que ainda não foram abordados.
Vamos começar com o risco de inflação. Com tantos “nós” da rede minerando ao mesmo tempo e continuamente gerando novos blocos, não haverá o perigo de um excesso de bitcoins em circulação derrubar a cotação? (Que, incidentalmente, hoje oscilou entre US$ 783,04 e US$ 820,87). A resposta curta e grossa é: definitivamente não!
Porém o mais interessante é descobrir COMO a proteção contra a inflação foi garantida. Mas, antes, a resposta a uma pergunta que sempre esteve implícita em todas as colunas anteriores mas não foi taxativamente respondida em nenhuma delas: se ninguém, pessoa ou instituição, controla a emissão e circulação de bitcoins, como o sistema é controlado?
Ora, vimos na coluna anterior que para conectar uma máquina à rede Bitcoin é necessário nela instalar um software de código aberto denominado BItcoin-Qt que pode ser obtido gratuitamente na Internet e, após instalado, sincronizado com todos os demais nós da rede. E que este software não apenas permite que o responsável pelo novo nó passe a minerar moedas como também pelo armazenamento e atualização da cadeia de blocos. A rede é grande e dinâmica, mas você pode ter uma ideia da distribuição de seus nós em todo o mundo no mapa exibido aqui (aguarde com paciência que os nós vão surgindo aos poucos à medida que são localizados).
Pois bem: a função deste software não se limita àquelas duas tarefas. Na realidade é ele que controla todo o sistema através de regras acordadas pela comunidade Bitcoin e a ele incorporadas. O conjunto destas regras denomina-se “Protocolo Bitcoin”, seu conteúdo é público e ele regula praticamente tudo no sistema, o que inclui detalhes sobre a emissão de novas moedas. E como estas regras estão “embutidas” em um software que roda ao mesmo tempo em cada uma das máquinas que compõem a rede Bitcoin, jamais poderão ser alteradas seja lá por quem for.
Então vejamos como ele garante que o sistema seja imune à inflação.
Para começar, o número total de bitcoins foi absoluta e incondicionalmente limitado a exatamente 21 milhões de unidades. Depois de emitida esta quantidade de moedas, o próprio software se encarregará de impedir a emissão de qualquer unidade adicional (mas, ainda assim, os “mineradores” não deverão abandonar a rede: novos blocos continuarão a ser gerados e anexados à cadeia para registrar novas transações e seus mineradores serão remunerados com uma pequena comissão sobre as transações neles contidas).
Depois, o ritmo com que novos blocos são minerados é regulado por um conjunto de regras, que não apenas impede que sejam emitidos um grande número deles, em um curto intervalo de tempo, como também reduz paulatinamente a quantidade de bitcoins contida em cada bloco ao longo dos anos.
Destrinchemos. Como se pode regular o ritmo em que novos blocos são emitidos? Simples: ajustando a dificuldade do código de encriptação a ser decifrado pelo algoritmo de mineração. E, por difícil que pareça, isto pode ser feito com relativa precisão. A regra de geração de blocos estabelece que cada novo bloco seja gerado a cada dez minutos (nas últimas 24 horas as estatísticas mostram que a média foi de cerca de 9 minutos, portanto o a dificuldade deve ser ligeiramente aumentada para compensar e isto será feito automaticamente pelo software).
Ora, neste ritmo serão gerados 144 blocos por dia ou 56.560 blocos por ano. Portanto, a cada quatro anos, são gerados em média 210 mil blocos. Por que destacar quatro anos? Por que neste período o número de bitcoins emitidas cai pela metade. O que é fácil de regular: basta reduzir à metade o número de bitcoins contidos em cada novo bloco.
Detalhando: a emissão iniciou-se em janeiro de 2009, com cada novo bloco contendo 50 bitcoins. Daí até novembro de 2012 (cerca de quatro anos) foram emitidas exatamente 10.498.889,80231183 moedas (não estranhe as oito casas decimais, já voltaremos a falar delas), ou seja, quase exatamente as 10.5 milhões esperadas. A partir de então, cada bloco passou a remunerar seu minerador com 25 bitcoins, quantidade vigente até hoje. No final de 2016 este total será mais uma vez reduzido à metade (12,5 bitcoins por novo bloco) e assim sucessivamente a cada quatro anos. Hoje existem precisamente 12.323.675 bitcoins em circulação. Veja a evolução da emissão ao longo do tempo na página “Total de Bitcoins em Circulação” (pare o ponteiro do mouse sobre a linha do gráfico para ver o número correspondente). Ora, como podemos calcular exatamente quantas bitcoins serão emitidas ano a ano, e sabemos não apenas quando a emissão começou como também o total a ser emitido (21 milhões de bitcoins), fica fácil calcular quando a última bitcoin será emitida: no ano da graça de 2040. A partir daí a emissão cessará completamente. Fato que, por sua vez, levanta algumas questões.
Para começar: 21 milhões de bitcoins serão suficientes para realizar todas as transações esperadas? Bom, isto depende de quão divisível seja a moeda. Por exemplo: a maioria das moedas do mundo são divisíveis por cem e o menor valor usado em uma transação seria o centavo. Se isto se aplicasse ao bitcoin que, como vimos, hoje vale cerca de US$ 800, o menor valor que se poderia “gastar” em bitcoins seria US$ 8 (oito dólares americanos) ou aproximadamente vinte reais. Nada poderia “custar” menos do que isso, pois não haveria como pagar. Esta é a razão daquele número aparentemente exagerado de casas decimais do total de bitcoins emitidas. Uma bitcoin é divisível por cem milhões. Portanto, mesmo que um dia sua cotação atinja o equivalente hoje a um milhão de dólares americanos, ainda se poderiam efetuar transações pelo equivalente hoje a um centavo de dólar (0.00000001 BTC, ou um centésimo milionésimo de bitcoin; as sub unidades são, em valor decrescente: e 0,01 BTC = 1 centibitcoin, 0,001 BTC = 1 milibitcoin e 0,000001 BTC = 1 microbitcoin)
Na verdade, o sistema Bitcoin é deflacionário por natureza. Isto porque, segundo as regras, não é possível “reemitir” uma moeda perdida ou destruída (o que me faz crer que se você tiver uma carteira Bitcoin no disco rígido de seu computador, tenho certeza que não se esquecerá de fazer cópias de segurança) e portanto, como as perdas são inevitáveis por mais cuidado que se tome, o total em circulação jamais atingirá os 21 milhões a serem emitidos. O que leva a outra questão: um sistema deflacionário é desejável?
Dia desses eu li em algum lugar que, em algum país civilizado cujo nome não recordo, o ministro das finanças estava preocupado porque a inflação no ano de 2013 chegou a pouco mais de um por cento, um valor demasiadamente pequeno. Demasiadamente PEQUENO???
Quem viveu, como eu, tempos em que o Brasil enfrentava uma inflação de 40% a.m. (por extenso, para que os que nasceram depois de 1984 não pensem que é erro de digitação: uma desvalorização monetária de quarenta por cento ao MÊS), não consegue entender bem o conceito de “inflação demasiadamente pequena”. Mas os economistas explicam.
Se uma moeda nacional (destas emitidas pelos governos) mantiver seu valor estável ano após ano, sem qualquer desvalorização (inflação zero), alguns indivíduos que ganham mais do que o que é preciso para prover suas necessidades tenderão a guardar o excedente. Simplesmente guardar, em casa, debaixo do colchão ou seja lá onde desejarem.
Tudo bem, dirão alguns, afinal o dinheiro é deles e eles podem fazer o que bem entenderem com sua bufunfa. Mas não é bem assim. Porque se uma parcela grande da população fizer isto, o total de moeda em circulação se reduz. E, isto sim, tem consequências desastrosas para a economia do país. Então, para as autoridades monetárias de qualquer país, o ideal não é eliminar a inflação mas mantê-la controlada em pouco mais de 2% ao ano. Assim os discípulos do Tio Patinhas perceberão que, entesourando dinheiro, estarão guardando algo que perde o valor ao longo do tempo, o que os estimulará a aplicar esta grana em alguma coisa – ações, fundos ou seja lá o que for – de modo que ela continue em circulação.
E para o sistema Bitcoin há algum prejuízo? Não. Pois não estando submetido a qualquer autoridade monetária, não sendo emitido por qualquer governo nem integrando a economia de país algum, não faz diferença que o total em circulação diminua. Basta que as transações continuem a serem feitas de forma a permitir estabelecer sua cotação.
Bem, por hoje chega.
E se você já está cansado de bitcoins (se você não está, eu estou), alegre-se: estamos muito perto do final da série. Só falta discutir algumas bruscas oscilações da cotação da moeda, a opinião dos economistas sobe ela, onde ela é aceita e coisas que tais.
Até lá. B. Piropo
TECH TUDO
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Diretório Bitcoin

Comércio Local
Há uma grande variedade de formas de comprar bitcoins em sua região. O localbitcoins.com pode ser um bom lugar para começar, se você apenas quer conseguir rapidamente algumas bitcoins com sua moeda local. O site pode oferecer uma gama de formas de comprar e vender bitcoins localmente, mas como sempre, eles podem variar em confiabilidade. Se você tiver medo, usar um mercado Bitcoin ou serviço de carteira web pode ser melhor.
Mercados Bitcoin
Uma mercado bitcoin permite comprar e vender Bitcoin na sua moeda local, bem como utilizar uma vasta gama de outros serviços de transação e especulação para os entusiastas mais avançados, comerciantes e investidores. Devido aos regulamentos de segurança e governamentais relativas à lavagem de dinheiro, há um curto processo de verificação de conta que os novos usuários são obrigados a participar para a maioria dos mercados.
Por que usar um mercado bitcoin? Seus Bitcoins estão seguros com uma troca confiável e estabelecida, e você pode acessar recursos comerciais mais avançados. No entanto, as trocas estão sujeitas a uma maior regulamentação do governo e leis sobre Bitcoin ainda não foram esclarecidas na maioria dos mercados. E verificação de conta significa menos privacidade de conta.
MtGox
Bitstamp
BTC China
BTC-e
Bitcoin.de
CampBX
VirtEx
Bitcurex
Carteiras Web
Uma carteira bitcoin web é uma ferramenta que permite que você envie e receba bitcoins. Enquanto alguns têm recursos mais avançados, eles não vão muito além de trocas bitcoin e são concebidos como uma forma de enviar, receber e gerenciar Bitcoins assim como uma conta bancária. Isto também significa que você deve escolher a sua carteira web como você escolher o seu banco.
Por que usar uma carteira Web? Ao contrário de carteiras de desktop, como a carteira está online você não precisa baixar o blockchain localmente, liberando espaço e energia da CPU em seu PC. No entanto, é importante manter-se atualizado com o serviço de sua carteira para ter certeza de que eles estão operando de forma legítima. A grande maioria age, mas é importante estar atento.
Carteiras de Desktop
Um carteira de desktop pode ser uma maneira mais segura de armazenar seus bitcoins do que uma carteira web porque a carteira é armazenada em seu próprio computador. Você pode enviar, receber e armazenar seus Bitcoins como uma carteira online. Uma carteira de desktop também pode ser criptografada, com cópia para vários dispositivos (como pen drives), e com backup de segurança. Por que usar uma Carteira Desktop? Mais controle e privacidade na gestão de seus fundos. No entanto, você deve baixar e atualizar continuamente o blockchain para realizar transações, o que pode ocupar um monte de espaço em disco e poder de CPU, para não mencionar um longo tempo para download.
Bitcoin-Qt é o cliente Bitcoin original e constrói a espinha dorsal da rede. Ele oferece os mais altos níveis de segurança, privacidade e estabilidade. No entanto, tem menos recursos e é preciso uma grande quantidade de espaço e memória.
Visite o Bitcoin QT
Multibit é um cliente leve que se concentra em ser fácil e rápido de usar. Ele se sincroniza com a rede e está pronto para uso em poucos minutos. Multibit também suporta várias línguas. É uma boa escolha para usuários não técnicos.
Dê uma olhada no Multibit
Armory é um cliente avançado Bitcoin que é executado sobre o Bitcoin-Qt. Expandindo suas características para usuários avançados Bitcoin. Ele oferece muitos recursos de backup e criptografia, e permite armazenamento seguro em computadores offline.
Vá para a Armory
O foco da Electrum é a velocidade e simplicidade, com baixo consumo de recursos. Ele usa servidores remotos que lidam com as partes mais complicadas do sistema Bitcoin, e permite-lhe recuperar a sua carteira a partir de uma frase secreta.
Visite Electrum
Mobile Wallets
Mobile wallets permitem que você carregue seus bitcoins com você no seu bolso. Você pode trocar moedas com facilidade e pagar em lojas físicas por digitalização de um código QR ou usando a tecnologia NFC para realizar pagamentos. Por que usar um Mobile Wallet? Pela facilidade de uso ao fazer pagamentos em lojas físicas, carteiras móveis são a melhor opção. No entanto, elas não são inerentemente muito seguras, então use com cuidado.
O Bitcoin Wallet é um cliente móvel leve para Android e BlackBerry OS. Este cliente não necessita estar associado com qualquer serviço on-line para trabalhar. Ele é compatível com digitalização de código QR e tecnologia NFC.
Faça uma Bitcoin Wallet
Blockchain.info é uma carteira híbrida web para celulares. Ele também está disponível para iPhone em um modo restrito para atender às políticas de segurança da Apple. Ele inclui muitas características do blockchain.info como o backup de carteira web.
Vá para o Blockchain.info
Coinbase é um serviço de carteira web que visa ser o mais fácil de usar. Ele também fornece um aplicativo Android Ed carteira web, ferramentas de comércio e integração com contas bancárias nos EUA para comprar e vender bitcoins.
Experimente o Coinbase
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Ferramentas Úteis
Um dos melhores aplicativos do iPhone sobre cotações de preços BTC, simples e limpo. Download Zeroblock
Um aplicativo web simples que permite que você veja a taxa de câmbio do Bitcoin e converta qualquer quantia de ou para a moeda de sua preferência. Visite o preev.com
Mineração Bitcoin
A um nível técnico, mineração do Bitcoin é tão simples como executar um software de mineração em uma variedade de dispositivos, a partir de seu telefone celular para hardwares caros e com dedicação exclusiva. Uma mineração Bitcoin mais séria é feita por mining pools, com grupos de pessoas que unem seu poder de hardware para aumentar a velocidade com que eles podem minerar.
O software apenas resolve problemas matemáticos cada vez mais complexos, que é o mecanismo para aumentar o número de Bitcoins em circulação. Mineração de Bitcoin é uma parte essencial do sistema do Bitcoin, mas certamente não é o seu bilhete premiado para ficar rico da noite para o dia.
Segurança
Enquanto o Bitcoin é uma moeda respeitável e descentralizada, cabe a você manter seus Bitcoins seguros, especialmente pelo fato de transações do Bitcoin serem de caráter não reembolsável. Se isso soa assustador, não se preocupe - esses guias e sites irão lançar alguma luz sobre a segurança carteira e aprofundar um pouco mais sobre as técnicas utilizadas para manter o Bitcoin blockchain seguro.
Bitcoin Security
Wallet Security
Soluções Comerciais
Tradução por: Sarah Alexandre
Original em: http://www.bitcoins.com/directory
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Disco rígido é jogado fora com US$ 7,5 milhões em bitcoins

Perder dinheiro é algo que ninguém gosta. Agora, imagine como seria perder uma fortuna. Pois foi exatamente isso que aconteceu com o britânico James Howells, que trabalha como técnico em Tecnologia da Informação. E, para isso, o rapaz precisou de uma grande dose de descuido e muito pouco tempo pensando no que estava fazendo.
Tudo começou no ano de 2009. Antes do bitcoin se tornar relativamente popular, Howells começou a minerar e a juntar uma certa quantia de dinheiro. Acontece que a namorada do britânico se irritou com isso e o obrigou a parar — dando tempo para que ele juntasse apenas 7,5 mil unidades da moeda digital, o que não era algo tão significativo na época.
Com a sua máquina de minerar encostada, Howells começou a ser um tanto quanto descuidado e derrubou suco de limão em cima dela. Por conta disso, o rapaz decidiu vender o aparelho quebrado por um preço baixo e jogar o HD que antigamente era utilizado no lixo. No entanto, ele deveria ter pensado bem neste assunto.
Um erro para a vida toda
A questão é que, hoje em dia, cada unidade de bitcoin vale cerca de US$ 1.000, fazendo com que o dinheiro ganhado em 2009 fosse multiplicado para incríveis US$ 7,5 milhões (o que equivale a um pouco mais de R$ 17 milhões). E, mesmo assim, o HD com a chave de acesso para todo esse dinheiro foi simplesmente jogado fora.
Como o disco rígido já foi levado para o aterro sanitário e está soterrado por vários metros de lixo, Howells afirmou que ele pode apenas rir ou chorar quando pensa no assunto e que já se conformou com o fato de não poder achar a sua fortuna. Agora, queremos saber: o que você faria no lugar dele? Para responder, apenas deixe um comentário.
Leia mais em: http://www.tecmundo.com.bbitcoin/47569-disco-rigido-e-jogado-fora-com-us-7-5-milhoes-em-bitcoins.htm#ixzz2lwumeWAW
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O dinheiro do futuro?

Uma nova moda da internet, uma alternativa ao sistema financeiro tradicional. O bitcoin é tudo isso ao mesmo tempo. A moeda virtual foi criada por um enigmático programador japonês chamado Satoshi Nakamoto, que ninguém viu nem sabe por onde anda. Há quem diga que a identidade de Nakamoto foi construída por um grupo de geniais programadores. “O bitcoin é para a indústria financeira o que o MP3 foi para a da música”, O bitcoin ainda é pouco conhecido no país, mas isso deve mudar num futuro próximo.
Afinal, o que é o bitcoin?
É uma moeda virtual que escapa ao controle de bancos e governos, permitindo que internautas façam transações financeiras sem intermediários. Ao contrário das moedas convencionais, como o real, a libra e o dólar, o bitcoin não é emitido por um banco central. Em tese, qualquer pessoa pode “minerar” novos bitcoins e comercializá-los na rede. Basta ter em casa um computador de última geração para rodar um programa gratuito e de código aberto que processa, dia e noite, complicados algoritmos matemáticos.
Para que serve?
Já dá para fazer de tudo: desde comprar um apartamento em Buenos Aires, colocado à venda no site portenho do Mercado Livre, até pagar pelo serviço da plataforma de blogs WordPress. No site da BitcoinStore, também é possível adquirir qualquer aparelho eletrônico. No Brasil, por enquanto, o bitcoin é aceito em raríssimos lugares, como o descolado bar Las Magrelas, na Vila Madalena, em São Paulo. Mas ele já é a moeda “oficial” de Kreuzberg, bairro de Berlim conhecido pelos moradores ativistas e intelectuais.
Como funciona o comércio de bitcoins?
O primeiro passo é criar uma “carteira digital”. Existem diversos sites e casas de câmbio virtuais que oferecem esse serviço. O maior deles é o Mt.Gox, sediado no Japão, com mais de 638 mil usuários. Atualmente, o site controla 80% do comércio mundial de bitcoins e cobra uma taxa para cada transação. Somente em abril deste ano, o Mt.Gox movimentou US$ 535 milhões, segundo seu porta-voz Thomas Glucksmann- Smith. “Algumas pessoas também armazenam seus bitcoins em cold storage (um pen drive, por exemplo) para ter segurança extra”, afirma.
O bitcoin pode ser falsificado?
“A tecnologia está aí há quatro anos e nunca foi corrompida”. O segredo do sucesso é a criptografia. Cada moeda consiste em uma longa (e, até agora, inviolável) sequência de letras e números. Além disso, todas as transferências são registradas no blockchain, um banco de dados disponibilizado publicamente na internet por todos os usuários da moeda. Por isso, o sistema do bitcoin é chamado de peer to peer (ponto a ponto), ou seja, é descentralizado. O blockchain permite rastrear o histórico da movimentação de qualquer bitcoin, do “minerador” ao último comprador. Isso evita que um mesmo bitcoin seja vendido por duas fontes distintas.
Ele pode ser furtado?
Como qualquer mercadoria, pode sim. Por isso, recomendase o uso de softwares, como o YubiKey e o Google Authenticator, que garantem mais segurança na manipulação de senhas. Nem as casas de câmbio virtual estão imunes aos hackers.
É possível usar para atividades ilícitas?
A moeda virtual ficou famosa quando o WikiLeaks – o explosivo site criado para vazar documentos secretos do governo dos EUA – passou a aceitar doações em bitcoins. Depois, foi acusada de facilitar a vida de traficantes de armas e drogas do Silk Road, o mercado negro da internet. Sim: é possível comprar artigos ilícitos com bitcoin. “Mas o traficante da esquina também aceita dinheiro vivo” é a resposta dos ativistas da moeda virtual.
O que dá valor ao bitcoin?
Assim como todas as moedas em circulação no mundo, o bitcoin também é fiduciário, ou seja, baseado na confiança. “As pessoas acreditam no dólar porque, apesar de não ter lastro, é garantido pelo governo dos EUA”, explica o professor Pedro Garcia Duarte, da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo. Em outras palavras, se o bitcoin virar pó da noite para o dia, não há a quem recorrer. “Pode ser uma boa forma de se fazer comércio eletrônico no futuro. Mas, se o sistema não se mostrar inviolável como se pensa, a confiança – e a moeda – acaba.”
Há especulação?
Claro! Por enquanto, a moeda tem sido usada principalmente para investimento – como no mercado de ações. Sua cotação não está imune à especulação. Em abril, o preço de um bitcoin despencou de US$ 266 para US$ 54,25 em apenas três dias. Hoje, está na faixa de US$ 110. Se o preço assusta, saiba que você pode comprar até 0,00000001 bitcoin.
Investir em bitcoins é um bom negócio?
É uma questão de perfil. Nada garante que o bitcoin vá se valorizar – ou até sobreviver. “Tem quem ache que por ser novo é uma oportunidade de ganhar dinheiro. Eu sou avesso ao risco”, brinca o professor Pedro Garcia Duarte, da USP.
Fonte GQ
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O dinheiro do Futuro *Super Interessante

O dinheiro do futuroNada de euro, dólar ou bolsa. O fato econômico de 2011 que será lembrado daqui a 200 anos talvez seja outro: a crise do bitcoin, a moeda virtual sem pátria que causou uma febre financeira. E que pode mudar o mundo por Cristine Kist Pousadas na Itália, restaurantes em Nova York, voos de parapente na Croácia e calcinhas usadas em vários países (tem gosto pra tudo): todas essas coisas podem ser compradas com bitcoins, espécie de moeda virtual aceita por centenas de estabelecimentos do mundo todo. E como o euro só vale para fazer compras na União Europeia e a nakfa só é aceita nos armazéns da Eritreia, o bitcoin cria uma ideia relativamente inédita de país sem fronteiras.
Uma moeda (qualquer moeda, digital ou de latão) só tem valor se as pessoas confiarem nela. Se todo mundo acredita que um pedaço de papel azul estampado com um peixe da família dos serranídeos vale R$ 100, então vale. Tradicionalmente, é o Estado o responsável por criar, implantar e assegurar a validade das moedas (o que é feito principalmente pela cobrança de impostos, que só podem ser pagos com a moeda oficial). Depois, o dinheiro é repassado aos bancos, e, só então, às pessoas e às empresas.
Pois que um grupo de nerds ligeiramente descontentes com esse sistema resolveu criar um outro, que anulasse integralmente a interferência dos bancos e governos. "Eu simplesmente gosto da ideia de um sistema monetário descentralizado, que não é controlado por burocratas, banqueiros ou políticos", explica o líder do projeto de desenvolvimento do bitcoin, Gavin Andresen. Para fazer isso, eles desenvolveram uma economia completamente virtual. É como se todo o sistema monetário ficasse restrito às transações feitas por home banking: o dinheiro é transferido de uma conta para outra e nós sabemos que ele foi transferido porque os números da nossa conta ficaram maiores ou menores. Não precisamos ter contato com nenhuma pilha de notas de R$ 100 para acreditar que a transferência foi feita de fato.
O conceito do bitcoin foi criado no final de 2008 por um obscuro programador identificado apenas como Satoshi Nakamoto, nome tão comum no Japão quanto João da Silva é no Brasil (e, por isso mesmo, acredita-se que esse não seja o real nome dele - ou dela). A ideia era permitir transações financeiras diretamente entre duas pessoas, sem a necessidade da intermediação de um banco ou de um sistema de pagamento online, como o PayPal. Isso resultaria primeiramente em taxas mais baratas, já que, quando um banco calcula sua tarifa sobre transferências, ele já prevê a cobertura das fraudes consideradas inevitáveis (e aí os bons clientes pagam mais para compensar os maus). Além disso, também seriam eliminados todos os custos relativos à impressão, transporte e distribuição do dinheiro físico.
Funciona assim
Para ter acesso aos bitcoins, é necessário fazer o download de uma espécie de carteira digital. Ela cumpre o papel de conta corrente. As primeiras moedas geralmente são adquiridas nas casas de câmbio virtuais, sites que trocam bitcoins por dinheiro tradicional. Depois, se Fulano quiser comprar alguma coisa que Beltrano esteja vendendo em troca de bitcoins, passa suas moedas para a carteira digital dele. É como uma transferência entre contas. Cada conta tem um endereço (na forma de uma sequência de letras e números). Se eu vendo uma bicicleta para você por bitcoins, você entra na sua carteira digital (a que instalou no seu computador), digita o endereço da minha (já que eu também baixei o programa) e faz o depósito. Pronto. Se um site de comércio eletrônico aceita bitcoins como pagamento, por exemplo, vai estar lá o endereço da carteira digital dele. Simples.
Essa foi a parte básica do nosso tutorial. Agora vamos entrar um pouco na avançada. Para funcionar como moeda, o bitcoin precisa obedecer a dois critérios básicos. O primeiro é ser algo que muita gente queira. Bom, como não faltou quem gostasse da ideia de brincar com uma moeda que não tem governo nenhum por trás, esse critério foi atendido. Começaram a aparecer pessoas vendendo produtos reais em troca de bitcoins, só pela graça de possuir bitcoins.
Agora, o critério 2: uma moeda precisa ser mantida como um recurso relativamente escasso. Só assim ela mantém seu valor. O ouro, por exemplo, é escasso. E por isso mesmo "vale ouro". É isso que o bitcoin quer valer. Como? Mantendo-se como um recurso escasso, ué.
O sistema por trás do bitcoin prevê que o máximo de moeda circulando será de 21 milhões de unidades (por enquanto, existem cerca de 7 milhões - o equivalente a pouco mais de US$ 30 milhões). Os responsáveis por colocar moeda nova no mercado são os usuários que cedem a capacidade de seus computadores via internet para manter o sistema funcionando. Na prática, o sistema fabrica dinheiro novo e distribui para esses usuários. Por enquanto, eles ganham, juntos, até 50 bitcoins (BTCs, pela sigla oficial) de 10 em 10 minutos, mas essa quantia irá diminuindo gradativamente até bater em zero (o que deve acontecer por volta de 2035). Essa foi a forma encontrada para controlar a inflação, manter o valor da moeda estável. Deu certo.
Sobe
Na época do lançamento, 1 BTC equivalia a poucos centavos de dólar. Em junho deste ano, chegou a valer US$ 30 - uma valorização de (pausa dramática) quase 30 000%. Quem tinha comprado US$ 1 em bitcoins agora podia vender a mesma quantidade de BTCs por US$ 3 mil. Apesar de ter saído do papel ainda em 2009, foi apenas durante um discurso feito nesse ano que a moeda ganhou notoriedade. No início de junho, o senador americano Charles Schumer foi ao Congresso dizer que bitcoins estavam sendo usados para a compra de drogas. Mas, com seu depoimento, ele apenas chamou mais a atenção para o assunto (poucos meses antes, o mesmo Schumer resolveu pedir ao Congresso que proibisse o Fuzz Alert, um aplicativo para smartphone que avisava os motoristas da presença de controladores de velocidade. O número de downloads duplicou em poucos dias).
"Logo depois que ele falou (ainda que mal) sobre o bitcoin, muitas pessoas começaram a comprar por curiosidade nos Estados Unidos, aí o preço subiu e juntou um monte de gente pra minerar", explica Leandro César, administrador e um dos principais fomentadores da moeda no Brasil. Na segunda-feira, 6 de junho, um dia depois do discurso de Schumer, 1 BTC valia US$ 8. Quando o mercado abriu na manhã de sexta, dia 10, já valia US$ 28. Uma valorização de 250% em uma semana. Isso se a semana encerrasse na sexta de manhã, claro.
Desce
Ao meio-dia dessa mesma sexta-feira, 1 BTC inexplicavelmente passou a valer apenas US$ 20. "Como tinha muita gente minerando, o mercado ficou cheio de bitcoins, então os preços caíram e os especuladores saíram correndo para vender", conta César. Ele explica que o fato de o sistema ser automatizado não garante estabilidade: "Ninguém prevê a demanda, só a oferta. Ainda que só saia um bloco de 50 BTCs a cada 10 minutos, se um site de câmbio muito importante for invadido, a demanda pela moeda pode cair bruscamente".
O exemplo do site invadido não foi escolhido por acaso. Exatamente duas semanas depois da manifestação de Schumer, um auditor da MT Gox, o maior site de troca de bitcoins por dinheiro (existem vários), teve seu computador invadido. Os hackers tiveram acesso aos dados de mais de 60 mil contas, escolheram uma das mais polpudas e tentaram vender tudo que tinha nela. Foram impedidos porque havia um limite de 1 000 BTCs por dia, mas mesmo essa venda fez com que o valor da moeda despencasse de US$ 17,50 para alguns centavos. Como apenas uma conta tinha sido comprometida, a MT Gox conseguiu anular todas as transações feitas depois do ataque e restaurou o preço de US$ 17,50.
A principal crítica feita ao sistema era que, se alguma coisa acontecesse com o dinheiro dos usuários (e muitas coisas estavam acontecendo), eles não teriam a quem recorrer. Pois que no final de julho uma falha no sistema fez com que outro site de trocas, o Bitomat, perdesse todos os bitcoins dos seus usuários. Evaporaram 17 mil BTCs, ou US$ 220 mil. Era a prova prática de que os críticos tinham razão: não havia a quem pedir socorro. "Quando isso aconteceu, achei que ia acabar tudo", lembra Leandro. Quase acabou: o valor dos bitcoins caiu a praticamente zero. O mercado estava congelado.
E agora?
Surpreendentemente, a MT Gox, aquela mesma que tinha sofrido com ataques cerca de um mês antes, resolveu incorporar a Bitomat e indenizou todos os prejudicados. Mas mesmo essa intervenção não elevou o bitcoin ao patamar dos bons tempos - até o fechamento desta edição 1 BTC flutuva entre US$ 4 e US$ 5. "O valor do bitcoin hoje depende muito de o quão confiantes os especuladores estão de que a moeda se confirme como um meio importante de pagar por coisas no futuro. Isso faz com que esse valor seja muito volátil, e isso é ruim porque um preço volátil torna difícil que os comerciantes aceitem a moeda como pagamento", explica Andersen. Mesmo assim, hoje centenas de estabelecimentos aceitam bitcoins - a grande maioria sites de comércio eletrônico, mas que vendem de tudo.
Andersen, porém, não tem ambições muito maiores para a moeda. "Eu gostaria que o bitcoin ficasse `chato¿ - só um outro jeito de pagar por coisas online e que fosse tão fácil de usar quanto um cartão de crédito ou o PayPal são hoje", completa. Isso significa, basicamente, que o bitcoin até pode continuar existindo como método de pagamento alternativo ao dinheiro, mas nunca chegará a substituí-lo. A opinião vai ao encontro do que pensa Leandro César: "Não acredito que ele vá tomar o lugar do dinheiro tradicional. Deve se tornar uma moeda B, não uma moeda A".
Mas que ninguém duvide do BTC - ou da próxima moeda "de brinquedo" que aparecer. Quando se trata de futurologia em economia, convém não acreditar em todas as previsões. Ainda em 1999, o antropólogo Weatherford destilava seu pessimismo em relação a um certo sistema "ilusório" de transferências: "O conceito largamente debatido de o indivíduo realizar transações financeiras pelo computador doméstico usando linhas telefônicas demonstrou ser muito mais ilusório do que os tecnófilos e futuristas haviam previsto". É. Às vezes os futuristas acertam.
Fonte Super Interessante
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Por falta de lei específica, Tailândia proíbe moeda virtual Bitcoin

A corretora Bitcoin Co. Ltd, que operava na Tailândia, publicou nesta segunda-feira (29) um comunicado informando a suspensão de suas atividades. De acordo com a empresa, a decisão ocorreu após uma reunião convocada durante o processo de registro da companhia em todos os órgãos relevantes do governo. Por falta de lei específica regulamentando o Bitcoin, o Departamento de Administração e Política de Câmbio do banco central da Tailândia advertiu que a comercialização de Bitcoins é ilegal no país.
A Bitcoin é uma "moeda criptográfica" baseada em um modelo de rede P2P (ponto a ponto). Calcular os valores que autenticam as transações da rede é complexo, e essas computações são retribuídas com moedas de Bitcoin (BTC) aos participantes. Contribuir com uma grande quantidade de recursos de processamento para obter moedas é uma prática conhecida como "minerar", mas o software do Bitcoin é programado para diminuir essas recompensas com o tempo. Hoje, usuários da moeda precisam em grande parte adquirir as moedas de corretoras, que compram e vendem BTCs por dólares e outras moedas.
Com a nova regra, tailandeses estão proibidos de comprar, enviar ou receber bitcoins, e mesmo de usar as moedas para a aquisição de produtos ou serviços.
O entendimento do banco central da Tailândia reverte uma decisão anterior, na qual o governo havia entendido que a Bitcoin não era uma moeda e que, portanto, não era necessário obter uma permissão especial para realizar operações de câmbio com bitcoin.
A Tailândia é o primeiro país a se posicionar pela ilegalidade da moeda. De acordo com o governo, a decisão pode ser revista, mas não há data para finalizar uma nova avaliação do bitcoin.
30/07/2013 17h20 - Atualizado em 30/07/2013 18h03 Por falta de lei específica, Tailândia proíbe moeda virtual Bitcoin País é o primeiro a considerar uso da moeda ilegal. Corretora que operava no país suspendeu as atividades. Altieres Rohr Especial para o G1
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Site da corretora Bitcoin Co. Ltd, que operava na Tailândia. (Foto: Reprodução/Bitcoin Co. Ltd) A corretora Bitcoin Co. Ltd, que operava na Tailândia, publicou nesta segunda-feira (29) um comunicado informando a suspensão de suas atividades. De acordo com a empresa, a decisão ocorreu após uma reunião convocada durante o processo de registro da companhia em todos os órgãos relevantes do governo. Por falta de lei específica regulamentando o Bitcoin, o Departamento de Administração e Política de Câmbio do banco central da Tailândia advertiu que a comercialização de Bitcoins é ilegal no país. A Bitcoin é uma "moeda criptográfica" baseada em um modelo de rede P2P (ponto a ponto). Calcular os valores que autenticam as transações da rede é complexo, e essas computações são retribuídas com moedas de Bitcoin (BTC) aos participantes. Contribuir com uma grande quantidade de recursos de processamento para obter moedas é uma prática conhecida como "minerar", mas o software do Bitcoin é programado para diminuir essas recompensas com o tempo. Hoje, usuários da moeda precisam em grande parte adquirir as moedas de corretoras, que compram e vendem BTCs por dólares e outras moedas. saiba mais
Gêmeos que processaram Facebook querem fazer IPO de fundo de Bitcoin Em meio a onda do bitcoin, Amazon lança moeda digital Com a nova regra, tailandeses estão proibidos de comprar, enviar ou receber bitcoins, e mesmo de usar as moedas para a aquisição de produtos ou serviços. O entendimento do banco central da Tailândia reverte uma decisão anterior, na qual o governo havia entendido que a Bitcoin não era uma moeda e que, portanto, não era necessário obter uma permissão especial para realizar operações de câmbio com bitcoin.
A Tailândia é o primeiro país a se posicionar pela ilegalidade da moeda. De acordo com o governo, a decisão pode ser revista, mas não há data para finalizar uma nova avaliação do bitcoin. Na semana passada, a Securities and Exchange Commission (SEC), órgão norte-americano equivalente à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), acusou Trendon Shavers de operar um esquema de pirâmide financeira usando Bitcoin. Prometendo grandes retornos com investimentos não declarados, Shavers é acusado de mascarar os ganhos usando apenas o dinheiro dos novos investidores, de acordo com o SEC. O homem teria obtido 700 mil BTCs, que hoje valeriam pelo menos US$ 60 milhões (R$ 135 milhões). Por conta da fraude, a SEC lançou um alerta sobre os perigos de pirâmides financeiras, especialmente as que envolvem moedas virtuais.
A japonesa Mt. Gox é a maior atuante na intermediação de compra e venda de BTCs, sendo responsável por pouco mais de 50% das movimentações. No dia 20 de junho, saques em dólares foram interrompidos por problemas no processamento das solicitações, segundo a companhia. No dia 4 de julho, a empresa anunciou que o serviço foi reestabelecido.
fonte G1 Globo
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